sábado, julho 21

Quase uma mão-cheia de filmes

Três



Por Culpa de Fidel, segundo o crítico Mário Jorge Torres, apresenta a perspectiva «de uma criada exilada de Cuba, que parece interrogar o que se passa à sua volta, mais do que fornecer respostas». Depois de ter ido claramente para a sala ressonar e/ou acariciar as nádegas de alguma amiga maravilhada com a sua eloquência crítica, o caríssimo ainda conseguiu acrescentar um parágrafo ao seu textinho anémico numa prova de que a mesma lhe deve ter acariciado os tomates e revigorado assim o seu neurónio adormecido. Já o seu colega Mourinha consegue elucidar-nos e fazer, ena!, uma crítica ao referido filme: conferir aqui.

A criada exilada de Cuba aka Anna, uma criança de 9 anos que gosta do seu colégio privado católico e de belos vestidos e de histórias de princesas, tem de lidar, de repente, com o despertar da consciência política dos pais e as barbas revolucionárias que se passeiam pelo apartamento pequeno para o qual a família se mudou. Aborrecida, e com razão!, pela mudança da sua vida cor-de-rosa, Anna tenta fazer com que os pais voltem a ser o que eram anteriormente e se deixem de comunismo.




Duplo no Amor é mais uma comédia de Francis Veber e um agradável entretenimento de domingo à tarde, não muito mais. Daniel Auteuil é o milionário Pierre e tem uma amante louraça top-model e uma mulher detentora da quase totalidade da sua riqueza. Claro que quando é flagrado com a louraça e aparece na Caras lá da terra, a esposa chateia-se e quer o divórcio. Resta-lhe tentar dar a volta à questão inventando um namorado para a amante.




Death Proof, a parte Grindhouse de Tarantino. Pá, como já disse algures, as partes boas são muito boas, com destaque para o final hilariante que quase me fez soltar uma gotinha(não vão para uma sessão de cinema com a bexiga cheia).
As partes menos boas foram extremamente chatas e até me deram vontade de descabeçar alguns seres que se riam maravilhados com diálogos muito longe da qualidade a que nos habituou Tarantino. O senhor pareceu-me preguiçoso.
Esperava muitooo mais sangue, muito mais gore e umas torturazitas mais refinadas.
Enfim, é esperar pela versão dupla: Tarantino (reduzido a 90 minutos, hell yes, que estes 30 minutos extra são bons para bocejar) mais Rodriguez no Grindhouse: Double Feature.

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